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Fibergateway, navegar até 10 vezes mais rápido

Fibergateway, navegar até 10 vezes mais rápido

A velocidade de acesso à Internet é, sempre foi e vai continuar a ser aquilo que os consumidores mais prezam e usam como bitola para classificar o serviço de um operador. Claro, quando a Internet quebra por alguma razão, o serviço de televisão acaba por sofrer, mas pode dizer-se com confiança: no que respeita a Internet, os utilizadores gostam de mostrar que a sua é rápida e que aceita os acessos das visitas sem problemas.

 

O pior que pode suceder durante uma reunião, por exemplo, é o visitante ter dificuldades ou ficar impossibilitado de ser ligar à rede do escritório. Ou ligar-se e ela ser lenta. Esse é um mau cartão de visita e um início de conversa perturbador.

 

Com a evolução da tecnologia, em especial com a fibra que chega até casa ou escritório dos clientes (Fiber to the Home ou FTTH), as velocidades de acesso aumentaram substancialmente mas, muitas vezes, são os próprios equipamentos (como os routers) os responsáveis pelas limitações ao nível da velocidade e qualidade de serviço.

 

Routers com avarias, antenas partidas, colocados em locais que bloqueiam a passagem do sinal de WiFi, como dentro das caixas ATI (nos edifícios mais modernos), são as principais razões que levam a quebras de sinal e que obrigam os utilizadores a procurar determinadas zonas onde "a rede é mais forte".

 

Os mais experientes chegam mesmo a comprar routers com "capacidade de atravessar paredes" mas, para os menos experientes, essas soluções acabam por sair mais caras e sem conseguir tirar partido dos equipamentos devido, por exemplo, a incompatibilidades dos próprios equipamentos.

 

Já todos devem ter passado por uma situação em que, ligados à mesma rede WiFi, há quem consiga navegar rápida e eficazmente, enquanto outros definham por conseguir abrir a mesma ligação. A resposta, na maior parte dos casos, está na qualidade e performance dos telemóveis ou computadores. Um aparelho mais potente, com tecnologia de última geração, consegue sempre melhores prestações do que um mais antigo.

 

Num cliente com fibra até casa (que obriga a possuir uma ONT, uma caixa onde chega o cabo da fibra e que depois liga ao router através de um cabo Ethernet), a aposta nos últimos tempos tem sido no aumento da velocidade disponibilizada pelo serviço.

 

Atualmente, de forma genérica, sem contar com acessos dedicados contratualizados fora dos pacotes genéricos dos operadores, comercializam-se velocidades de 1 Gbps em download e 200 Mbps em upload. Mas os routers nem sempre permitem tirar partido dessas velocidades.

 

Para ter uma ideia, nas portas Ethernet da maioria dos routers apenas uma tem capacidade de débito de 1Gbps, todas as outras ficam muito abaixo. E a frequência de transmissão WiFi é de 2.4 GHz. Tem um maior alcance mas está muito mais congestionada do que a frequência dos 5 GHz. Esta é a frequência atualmente explorada pelos routers de última geração. E os terminais (smartphones e computadores) mais recentes já conseguem comunicar nesta frequência.

O teste realizado com o Mate 10 Pro da Huawei mostrou valores de download superiores aos 500 Mbps em WiFi na faixa dos 5 GHz.

Além de tudo isto, já se sabe, é a confusão com a quantidade de aparelhos necessários para ter o serviço. Router, ONT, Box para a TV. Na maior parte das vezes, demasiado visíveis e pouco ou nada estéticos na decoração.

 

A tendência, no entanto, é mudar esse paradigma. Para um utilizador comum, que pouco ou nada percebe de tecnologia no seu sentido mais duro, é de esperar que se questionem porque razão a ligação não se torna mais simples? A resposta surgiu com o lançamento de aparelhos que integram numa só caixa a ONT e o router.

 

Existem diversos modelos mas o Fibergateway, lançado pela MEO, é o primeiro com tecnologia portuguesa a ser comercializado por um operador português. Este aparelho, de fácil instalação, suporta a última geração do Wi-fi (802.11ac), que permite funcionar nos 5GHz, inclui quatro antenas internas e, ao ser Dualband, possibilita a configuração de uma rede nos 2.4 GHz e outra nos 5 GHz.

 

 

Isto porque, é preciso recordar, nem todos os telemóveis e computadores funcionam com a tecnologia mais recente (consultar a lista de equipamentos compatíveis). Além disso, através do portal de configuração do Fibergateway, os clientes podem ainda ativar uma rede Guest em cada uma das frequências para maior segurança da rede doméstica. Em breve, haverá ainda a possibilidade de fazer esta gestão através de uma aplicação para smartphone.

 

Com este aparelho, é possível tirar o máximo partido da velocidade da fibra e navegar até 10 vezes mais rápido do que era possível com os equipamentos anteriores. Este novo equipamento tem suporte para as normas 802.11 a/b/g/n e 802.11ac wave2. Possui Dualband e tem 3×3 antenas para operar nos 2,4 Ghz e 4×4 nos 5 Ghz. O débito físico do equipamento nos 5Ghz, com largura de banda de 80 Mhz, ronda os 1,73 Gbps.

 

Nos testes realizados em ambiente real, com recurso ao Speed Test (mais conhecido pela maioria dos utilizadores), é fácil perceber as diferenças alcançadas. Mas há que ter em conta que a capacidade dos equipamentos (telemóveis e computadores) têm grande influência nos testes a realizar.

 

 

Vale a pena referir que o teste realizado com o Mate 10 Pro da Huawei mostrou valores de download superiores aos 500 Mbps em WiFi na faixa dos 5 GHz.

 

Como se pode verificar, os testes realizados com o Huawei P9 e o Samsung S8 mostram resultados diferentes, com o aparelho mais recente a conseguir velocidades superiores. Foi ainda usado um MacBook Pro 2011 com o macOS Sierra.

 

Nesta ligação, com 1 Gbps em download e 200 Mbps em upload (garantia dos operadores para ligações através do cabo Ethernet), é possível verificar que mesmo em WiFi, nos 5GHz se conseguem velocidades de upload superiores aos 200 Mbps contratados.

 

Montagem e conselhos do fabricante

"Manter o aparelho em pé, na horizontal, vertical em local aberto e arejado". Esta e outras recomendações do género são normalmente ignoradas a bem daquilo que convém a cada utilizador e do espaço disponível. No entanto, convém lembrar que estas recomendações existem porque só desta forma os fabricantes asseguram que tira o máximo partido dos equipamentos.

 

Na montagem e instalação, convém escolher bem o local onde os vai colocar e ajustar ao máximo às indicações fornecidas pelos especialistas. A forma como o sinal é irradiado pelas antenas é crucial para maximizar a propagação.

 

Para todos aqueles que têm a fibra a chegar até junto da televisão, este aparelho adapta-se bem ao espaço pois possuiu um design muito semelhante a uma consola de jogos, sendo colocado ao alto, ficará mais discreto do que os dois anteriores equipamentos (router + ONT). Além disso, existe uma poupança ao nível energético.

 

A desvantagem da instalação ser feita junto ao televisor é a limitação ao nível das remodelações. Se pretender mudar o local onde tem a televisão, terá de fazer chegar o cabo até à nova localização. Nos casos em que a instalação é centralizada numa caixa ATI, e distribuída para as diversas divisões através de tomadas, este problema é eliminado mas é preciso ter em conta que as caixas ATI não possuem as condições necessárias para instalar no seu interior um aparelho que necessita de refrigeração. Isto sucede mesmo em relação aos routers atuais.

 

Por isso, é vulgar ver os aparelhos aparafusados à parede ou às caixas da ATI.

 

ONT + router

 

Este é o exemplo típico de uma instalação de fibra com a ONT e o router bem visíveis, foto acima, em contraste com o Fibergateway, foto abaixo.

 

 Fibergateway

E este é um dos exemplos onde até os construtores, engenheiros e arquitetos precisam de se adaptar, de prever e incluir as novas tecnologias nos projectos. No fundo, pensar em formas mais eficientes para a distribuição das telecomunicações dentro de uma habitação ou escritório.

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