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A importância das startups para a digitalização e a necessidade de haver aceleradores

A importância das startups para a digitalização e a necessidade de haver aceleradores

Empreendedorismo, startups, inovação. Todos já ouviram falar sobre isto e praticamente todos os jovens com espírito empreendedor avançam com ideias de negócio para tentar ocupar uma faixa do mercado ainda vazia ou com um défice tecnológico muito grande.

 

A digitalização é um processo em curso mas há ainda uma grande maioria das empresas que vai resistindo à mudança, muitas vezes por falta de conhecimentos e receios em relação à tecnologia. Isso abre espaço para que surjam muitas startups, empresas com soluções inovadoras, assentes essencialmente naquilo que se designa de Internet das Coisas (IoT) e com custos relativamente baixos que colocam ao alcance das empresas tradicionais, soluções que permitem poupanças e eficiência a diversos níveis.

Muitos projetos, boas ideias, nunca chegam a ver a luz do dia porque falta conhecimento aos jovens que as tentaram desenvolver. 

Mas como se conseguem dar a conhecer estes projetos às empresas e como podem os gestores saber que existem soluções para as suas necessidades (quando muitas vezes, as empresas tradicionais, nem sabem que têm essa necessidade até que alguém lhes apresente uma solução?)

 

Essa é uma das funções do IoT Challenge que decorreu em setembro, pela segunda vez, e que premiou quatro projetos de startups que desenvolveram soluções assentes na plataforma IoT Place da PT Empresas. O prémio, uma presença garantida na Web Summit onde poderão mostrar os seus produtos e soluções e entrar em contacto com milhares de empresas, nacionais e internacionais, que procuram as tais soluções tecnológicas.

 

Nesta segunda edição, os vencedores foram a Tulamove, Thought Creator, Domatica Global Solutions e NESTO (que vence pela segunda vez, este ano com votação do público). Os quatro projetos vão estar presentes na maior conferência de tecnologia na FIL, de 6 a 9 de novembro.

 

A partir daqui, tudo pode acontecer. Um dos exemplos de sucesso é a Trigger Systems, um dos vencedores da primeira edição, que está em processo de mudança da sua sede para o Fundão, precisamente depois de um contacto realizado com a autarquia durante a Web Summit de 2016.

 

Com os 12 projetos que chegaram à fase final do IoT Challenge, é possível perceber que existe talento e ideias à procura de uma oportunidade e compete também às grandes empresas, mesmo aquelas que ainda não abraçaram a digitalização, ajudar a promover estes encontros, a funcionar como aceleradores de projetos porque, afinal, também podem crescer com estas novas ideias.

 

Muitos projetos, boas ideias, nunca chegam a ver a luz do dia porque falta conhecimento aos jovens que as tentam desenvolver, sobre a melhor forma de conseguir financiamento para as levar a bom porto. Compete, por isso, às empresas dos mais diversos sectores, contribuir para a promoção de eventos que sirvam como aceleradores da inovação. Ganham em tecnologia e em competitividade perante a concorrência, cada vez mais feroz que surge do estrangeiro.

 

Veja aqui as entrevistas com os representantes dos projetos vencedores: 

 

Tulamove - chaves virtuais 

 

"Temos um plataforma onde é possível aos senhorios darem acesso, durante um intervealo de tempo, a um espaço de alojamento. Pode ser por telemóvel, NFC, com validade pelo período definido. Tudo isto sem ter de estar a recolher e a entregar chaves."

 

Thought Creator

"Poder fazer tracking de câmaras frigoríficas móveis. Solução barata e que pode ajudar a poupar muito dinheiro. Além disso, pode vir a ser usado de outras forma no futuro."

 

Nesto

"No ano passado apresentei uma ideia para ficar em casa do cliente. Desta vez o objetivo é aplicar esta tecnologia nos locais de venda para haver um controlo na gestão do stock das garrafas de gás."

 

Domatica Global Solutions

"Há muita informação gerada que não chega a toda a empresa. Há informação que tem de chegar à gestão e área finaceira e que não é transmitida. Através de uma plataforma IoT esta informação pode chegar à gestão, ao diretor financeiro para perceber, por exemplo, os custos reais de produção."

 

A importância dos aceleradores 

No total, marcaram presença na fase final 12 projetos que foram apresentados a um júri que decidiu votar nestes quatro vencedores, mas com uma visão otimista em relação a todas as ideias apresentadas nesta segunda edição do IoT Challenge 

 

O balanço, feito por Abel Aguiar, é positivo no que respeita ao conhecimento e aprendizagem de todas as novas ideias apresentadas.

Veja aqui as entrevistas a todas as equipas participantes no IoT Challenge 2017. 

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